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Interessa

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By: Jornal O TEMPO
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O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.© 2026 Jornal O TEMPO Hygiene & Healthy Living
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  • Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?
    Apr 10 2026

    A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.


    Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?

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    49 mins
  • Obsessão pelo 'Looksmaxxing': entenda como a busca pela beleza masculina adoece jovens na internet
    Apr 8 2026

    Jovens, disciplinados, focados na aparência e obcecados por status. O perfil pode até parecer saudável à primeira vista, mas nem sempre é. Inspirados por personagens como Patrick Bateman, de Psicopata Americano, uma geração tem ressignificado o autocuidado nas redes sociais.

    O problema? O que era pra ser equilíbrio virou obsessão.


    O chamado “looksmaxxing” ganhou força no TikTok e em fóruns online, propondo a “maximização” da aparência masculina. Só que, dentro de comunidades ligadas à chamada machosfera, esse conceito ultrapassa qualquer limite saudável. A aparência passa a ser tratada como moeda social, com homens classificados em rankings de beleza, de “betas” a “Chads”, numa lógica que mistura insegurança, comparação constante e uma busca quase inalcançável por perfeição.

    De dietas extremas a métodos agressivos e até autolesivos para “corrigir” traços físicos. O que se vende como evolução pessoal, muitas vezes esconde transtornos de imagem, baixa autoestima e uma pressão silenciosa por validação. No fim das contas, a pergunta que fica é incômoda: até que ponto cuidar da aparência é saudável… e quando isso começa a custar a própria saúde?

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    1 hr
  • Acesso sem permissão ao celular do parceiro pode dar até 4 anos de prisão
    Apr 7 2026

    Uma prática comum, quase banal, mas que pode custar caro: até quatro anos de prisão. Segundo uma pesquisa da Avast (2023), 61% dos brasileiros já acessaram o celular do parceiro, e 41% fizeram isso sem autorização. O que muita gente trata como “curiosidade” ou até “instinto” pode ser enquadrado como crime de invasão de dispositivo informático, previsto no Artigo 154-A do Código Penal. E é justamente aí que nasce o desconforto: quando o afeto vira justificativa para violar a privacidade?


    Os dados mostram mais do que comportamento. Revelam uma cultura de vigilância dentro das relações. Fotos, mensagens, redes sociais… o acesso vai muito além de um “olhar rápido”. E mesmo sabendo que não têm esse direito, 69% dos entrevistados reconhecem que a prática é indevida, mas ainda assim acontece. Entre suspeitas, inseguranças e comparações constantes, surge uma pergunta inevitável: até que ponto o ciúme é sentimento… e quando ele vira controle?


    O recorte de gênero também chama atenção: entre os que admitem acessar sem permissão, a maioria são mulheres. Isso aponta para uma discussão mais profunda, não necessariamente sobre quem controla mais, mas sobre como a insegurança tem se manifestado nas relações. Ah! Detalhe importante... não estamos falando só de casais. A lei vale para qualquer relação, entre amigos, familiares, pais e filhos. Quando a invasão se torna hábito, o crime passa a ser relativizado. E aí vem a provocação que incomoda: se é tão comum, por que ainda é tão difícil respeitar a privacidade de quem está mais próximo?

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    55 mins
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