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The Power of Risk Management com Luiz Guilherme Carvalho

The Power of Risk Management com Luiz Guilherme Carvalho

By: The Power of Risk Management
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Esclarecer ideias e tornar o conhecimento sobre Gestão de Riscos acessível a todos. Fique por dentro de conceitos, práticas, metodologias e muito mais na área de gerenciamento de riscos. #gestãodeprojetos #riskmanagement #gestãoderiscos #gerenciamento de riscos #liderança #estratégiadenegócios #PMI #projectmanagement #gestãoestratégica #planejamento #tomadadedecisãoThe Power of Risk Management Economics Management Management & Leadership
Episodes
  • Orange Book
    Apr 9 2026

    O Orange Book, publicado pelo HM Treasury, é muito mais do que um guia de gestão de riscos para o setor público britânico — é uma verdadeira referência sobre como integrar risco à estratégia e à tomada de decisão.
    Um dos principais aprendizados é que risco não deve ser tratado como algo isolado ou reativo. Ele precisa estar presente no planejamento, na execução e, principalmente, nas decisões estratégicas. Quando isso não acontece, a gestão de riscos vira apenas um checklist, sem impacto real no negócio.
    Outro ponto fundamental é o papel da alta liderança. O Orange Book deixa claro que a cultura de riscos começa no topo. Se executivos e conselhos não incorporam essa mentalidade, dificilmente ela se espalha pela organização. Gestão de riscos eficaz não é responsabilidade de uma área — é responsabilidade de todos, liderada pelos níveis mais altos.
    Além disso, o guia traz uma visão muito madura ao conectar risco e desempenho. Não se trata apenas de evitar perdas, mas de tomar decisões mais inteligentes, equilibrando riscos e oportunidades. Organizações que entendem isso deixam de ser reativas e passam a ser estrategicamente resilientes.
    No fim, o Orange Book reforça algo que muitos ainda ignoram: risco bem gerido não limita resultados — ele potencializa decisões.









    #GestaoDeRiscos #RiskManagement #Governanca #ERM #TomadaDeDecisao

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  • Integração de Gestão de Riscos em Processos Organizacionais
    Apr 8 2026

    A maioria das empresas ainda trata gestão de riscos como algo paralelo aos processos — quase como um “checklist” que aparece só quando o problema já está batendo à porta.
    Mas a verdade é outra: risco não é um apêndice. É parte do próprio funcionamento da organização.
    Integrar a gestão de riscos aos processos organizacionais significa mudar a lógica. Não é mais “executar e depois avaliar o risco”. É executar já considerando o risco desde o início.
    Cada processo — seja operacional, financeiro ou estratégico — deveria responder continuamente:
    👉 O que pode dar errado aqui?
    👉 Qual o impacto disso?
    👉 O que estamos fazendo hoje para evitar ou mitigar esse risco?
    Quando essa mentalidade passa a fazer parte da rotina, algo poderoso acontece: as decisões deixam de ser reativas e passam a ser antecipatórias.
    Frameworks como a ISO 31000 reforçam exatamente isso — a gestão de riscos deve estar integrada à governança, à estratégia e aos processos. Ou seja, não é uma área isolada, é uma competência organizacional.
    E tem um ponto que muitos negligenciam: risco precisa conversar com desempenho.
    Se não está conectado a indicadores, metas e resultados, ele perde força na tomada de decisão.
    Empresas maduras entendem que integrar riscos aos processos não aumenta a burocracia — aumenta a previsibilidade, a eficiência e a qualidade das entregas.
    No fim do dia, não se trata de evitar problemas a qualquer custo…
    Mas de tomar decisões melhores, com mais consciência sobre as incertezas.
    E a sua organização… ainda gerencia riscos “depois” ou já decidiu integrá-los ao seu DNA?









    #GestaoDeRiscos #ISO31000 #Governanca #GestaoDeProjetos #RiskManagement

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    3 mins
  • Matriz GUT na Gestão de Riscos
    Apr 7 2026

    A maioria das equipes até identifica bem os riscos… mas falha justamente onde mais importa: na priorização.
    É aqui que a matriz GUT — Gravidade, Urgência e Tendência — se torna uma aliada poderosa na gestão de riscos.
    Em ambientes complexos, com múltiplas incertezas, não basta listar riscos. É preciso saber quais exigem ação imediata e quais podem ser monitorados. A matriz GUT funciona como um direcionador claro de esforço, ajudando a transformar uma lista extensa em um plano de ação objetivo.
    Mas existe um ponto crítico que muitos ignoram: a definição dos critérios.
    Sem critérios bem estruturados, a avaliação vira opinião — e opinião não sustenta decisão. Por isso, é essencial estabelecer escalas claras (por exemplo, de 1 a 5), com descrições objetivas para cada dimensão:
    • Gravidade: impacto no prazo, custo, segurança ou reputação
    • Urgência: tempo disponível para agir
    • Tendência: comportamento do risco ao longo do tempo (estável, crescente ou acelerando)
    Quando esses critérios estão bem definidos, a matriz GUT deixa de ser subjetiva e passa a ser uma ferramenta consistente de priorização.
    Claro, ela não substitui análises quantitativas mais robustas, como simulações probabilísticas. Mas cumpre um papel essencial: organizar o caos e direcionar energia para o que realmente importa.
    No fim do dia, gestão de riscos não é sobre mapear tudo…
    É sobre agir primeiro no que pode causar o maior impacto no menor tempo.









    #GestaoDeRiscos #RiskManagement #TomadaDeDecisao #GestaoDeProjetos #Governanca

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